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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Uma descoberta

Hoje passei o dia mal humorada. Em parte eu achava que era sem motivo, algo hormonal. Em parte foi a falta de paciência com pessoas com as quais a gente precisa explicar a mesma coisa 10 vezes e, no fim das contas, elas continuam entendendo tudo errado. Como é que se desenha pelo msn e pelo telefone? Complicado!!

Bem, mas voltando ao assunto, passei o dia mal humorada, morrendo de calor e cheia de trabalho pra fazer. Ao final do dia eu estava sem saco nenhum de cozinhar pra mim mesma, com enxaqueca e me sentindo insuportável. Me segurei ao máximo pra não descontar no pobre do Vítor, que não tem culpa nenhuma do babado e ainda consegui ler uma historinha pra ele antes de dormir. Aliás, abre um parêntes aqui:

Se tem alguém que não merece que eu desconte alguma coisa é ele, pobrezinho, que tem me ajudado pra caramba nas coisas, principalmente pra lavar roupa. Carrega o cesto de roupa suja pra fora, me ajuda a separar as roupas claras das escuras, separa as meias do Gu pra que eu possa colocar de molho. Depois me ajuda a tirar as roupas da máquina e vai colocando na bordinha (eu não alcanço o fundo da máquina - e ele alcança com banquinho rs) pra que eu pegue e estenda. Isso não é um filho, é um anjo. Pronto, já tô até emocionada... E fecha o parênteses.

Continuando, marido ligou antes de vir pra casa e pergunta se quero alguma coisa. Eu - claro, já choramingando - digo que quero remédio pra minha enxaqueca e qualquer coisa pra comer que eu não precise fazer. Qualquer coisa! Ele ainda demorou um pouco pra alcançar e, gentilmente, quis me fazer participar do processo do escolha, coitado. Não tão gentilmente - lembrem-se de que minha cota de paciência hoje já tinha se esgotado há MUITO tempo - eu expliquei que ele podia trazer o que quisesse, que até podia vir pra casa e cozinhar, que eu comeria QUALQUER COISA, desde que eu não tivesse que fazer.

Ele chegou, eu comi, tomei o remédio e deitamos pra ver tv. Conversamos muito, rimos, ele bateu papo com a Alice e, em menos de meia hora, eu estava outra. E descobri qual era o meu problema: solidão. Eu passo o dia inteiro falando com os meus colegas de trabalho - por e-mail e msn. Passo o dia falando com outras 10 ou 20 grávidas - pelo twitter. Mas passo o dia sozinha e praticamente calada (eu passo o meu dia como estou nessa foto aí do lado). E se considerarmos que ele tem viajado bastante a serviço e que muitas vezes eu passo dias inteiros nos quais a única pessoa que eu tenho pra conversar é o Vítor - que pode ser uma ótima companhia, mas que continua sendo uma criança - podemos considerar que eu ando um tanto quanto isolada do mundo.

O que eu posso fazer? Pouca coisa. Ele precisa trabalhar, ainda mais porque já andei dando umas pressionadas e falando que na semana que a Alice nascer, quero-o por inteiro aqui, nada de trabalho. Eu não posso voltar pro Diretório - a última vez que fui lá por dois dias seguidos peguei uma bela gripe, estou com anemia e com a minha imunidade ainda mais baixa do que a de uma grávida qualquer. O jeito é ter paciência e esperar, porque falta pouquinho...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Rapidinhas

Esta semana completamos 34 semanas, o equivalente a oito meses e meio. Até que está indo mais rápido do que eu imaginava que seria.

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Não estou com infecção urinária, só com anemia. Então vou ficar mais atenta, porque a anemia baixa a imunidade da pessoa. Ainda mais em uma grávida, que já está com a imunidade baixa...

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Ficamos umas duas horas sem luz ontem. Eu coloquei velas pela casa e fui pra sala, esperar a luz voltar. Aí o Vítor reparou a calmaria e perguntou:

- Mamãe, preciso ficar em silêncio também?? (kkkkkk)

Passa um tempo e ele me pergunta:


- Mãe, me avisa quando a luz voltar?
- Não preciso avisar, você vai perceber, meu filho.

- Como é que vc sabe que eu vou perceber?? (kkkk)

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Minha mãe se rendeu e aceitou que a máquina de lavar pode muito bem fazer o serviço com as roupas da Alice: "Nossa, sua máquina tem até um ciclo específico pra roupas de bebê, né?"

Agora já está quase tudo lavado! :-)

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Ando tendo a impressão de que as contrações de Braxton Hicks aumentam depois das 18 horas. Ontem, entre este horário e a meia-noite, tive 6. E durante o resto do dia, só 2.

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A faxineira ogra acabou de perder mais uma diária, na empresa do Gu. Um dos funcionários avisou a ela para não chegar perto do notebook dele e colocou dentro de uma caixa, em cima de uma cadeira. "Inexplicavelmente", ao fim da faxina, a tela do notebook estava curvada pra dentro...

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sábado, 5 de setembro de 2009

Lidando com as decepções do Vítor

Na maior parte do tempo, a gente por aqui nem lembra que o Vítor tem um pai, outro pai que não é o Gustavo. Normalmente, só eu é que sou obrigada a lembrar disso, quando acontecem alguns incidentes desagradáveis (seria mais correto chamar de "palhaçadas"). Afinal, é isso que acontece quando um pai vê o filho de 15 em 15 dias, por cerca de 4 horas e durante o resto dos dias é completamente ausente. E durante toda a vida do Vítor foi assim. Uma vez ele se mudou de cidade e ficou cerca de um ano sem dar nem um sinal de vida.

Nunca me preocupei com isso, porque o Vítor nunca se incomodou. Mas agora ele está ficando grande e a diferença está começando a pesar. Não que ele sinta falta de ficar mais tempo com o pai. Na verdade, ele não sente falta absolutamente nenhuma. As tias da escola se surpreenderam ao saber que o verdadeiro pai do Vítor existia, pq ele nunca se referiu a ele, nem uma vezinha. A diferença está vindo dos valores, da criação. E me dói o coração ver meu filho sentir essas coisas.

Aqui em casa, Gu temos uma espécie de código: a gente não mente para o Vítor. Claro, tem as mentirinhas de sempre, do tipo "pode comer que não tem cebola", "não, isso não é suco de cenoura", ou "pode ir dormir que eu também já tô indo". O que estou querendo dizer é que não prometemos aquilo que sabemos que não iremos poder cumprir. Se o brinquedo é caro, não dizemos "vou te dar" e ficamos enrolando o menino. Dizemos "olha, o brinquedo é caro e não temos dinheiro. Se um dia a gente puder, tudo bem. Enquanto isso, não quer ver se achamos outro mais barato?". Graças a Deus, temos um filho abençoado, muito inteligente, que sempre concorda e achamos outra opção que agrade a todos (ele e o nosso bolso). Se ele quer ir ao parque de diversões e não temos dinheiro, falamos: "agora não dá, estamos sem dinheiro. Mas qdo recebermos o salário te levamos. Se vc não aprontar nada errado até lá, claro". Ele se comporta direitinho (na medida do possível, claro) e nós cumprimos a promessa.

Acontece que o pai biológico dele não segue a mesma linha. Um dos primeiros problemas que tivemos sobre o assunto foi uma vez em que o Vítor pediu para ir ao parque de diversões e a resposta foi: hoje tá fechado. Mas não foi simplesmente assim. Teve toda uma encenação, de fingir que ligava para o parque e descobrir que estava fechado. Quando o Vítor me contou, percebi logo a jogada e fiquei indignada, mas me segurei e não falei absolutamente nada. Acontece que uns dias depois ele comentou na escola e os amiguinhos desmentiram. Não sei exatamente o que aconteceu, mas devem ter chamado o pai dele de mentiroso. Vítor ficou arrasado e comentou comigo, que falei pra ele não ligar pra essas coisas, que não ficasse esperando muito do pai dele, que quando quisesse alguma coisa, falasse comigo. Mesmo assim, na próxima visita ele lembrou e falou pro pai dele. A resposta: mentirosa é sua mãe. Super didático, impressionante. Ainda me mete no meio da sujeirada dele.

Nesse meio tempo já aconteceram outros problemas, mas tenho relevado e procuro ao máximo não me meter. Podem me acusar do que for, mas nunca falei mal do pai dele pra ele. Se ele vai se decepcionar, vai ser pelos próprios olhos e ouvidos. Afinal, eu não preciso dar corda pra ninguém se enforcar. Ele faz isso sozinho. Inclusive porque o Vítor já me contou algumas coisas que eu sei que são verdade - conheço bem meu filho, sei qdo está inventando e qdo está relatando e quando falei para o pai dele, a resposta foi: ele está inventando. Resumo: acusa o próprio filho de ser mentiroso.

Mas o que motivou esse post foi algo que o Vítor disse hoje, quando voltou da visita. Um comentário simples, mas que vi ser recheado de mágoa. Não aconteceu nada de mais, não foi um grande problema. Mas foi mais uma mentira e o Vítor não é bobo. Por algum motivo - talvez para convencer o menino a ir, já que ele hoje não queria ir - o pai prometeu um novo dvd do Pica-Pau. E, por algum motivo (embora não me surpreenda nada) ele não cumpriu. Vítor chegou aqui no meu quarto e disse: mãe, porque meu pai é tão mentiroso? Dava pra ver que ele não estava acusando, reclamando, nada. Somente constatando, desapontado. Dá pra imaginar a saia justa? Sorte que o Gustavo estava comigo e demos uma dourada na pílula, dissemos que talvez ele tenha esquecido e coisa e tal. Reforçamos novamente que, cada vez que ele quiser alguma coisa, fale diretamente com a gente, que se ele estiver merecendo e nós tivermos dinheiro, ele vai ter. E aproveitamos pra dizer pra não esperar muito do pai dele, pra não ficar triste depois. Que falasse conosco e a gente ia ver o que poderia ser feito.

Tenho plena consciência de que, uma hora, não vou conseguir mais proteger meu filho da decepção. Bem, pelo menos não poderei também ser culpada de construir uma linda imagem de pai, porque se não falo mal dele, tampouco falo bem também. Seria pedir demais de mim depois de tudo o que ele fez comigo - que não foi pouco. Se tenho que elogiar alguém por ser pai e se tenho que construir uma boa imagem de pai, esse mérito vai todo para o Gu, que chegou em nossa vida qdo o Vítor tinha um ano e meio e de lá pra cá ele saiu da completa ignorância (de não saber mesmo) sobre como criar uma criança, para um verdadeiro comportamento de pai. Me orgulha ver meu amor educando o Vítor, do jeito que ele sabe, errando muitas vezes, mas sempre com muito carinho e muito amor. Na verdade, ele tem mais paciência que eu na maioria das vezes. Hoje, por exemplo, passou 1 hora e meia ensinando o Vítor a jogar xadrez. Eu teria desistido nos primeiros 15 minutos, confesso.

De qualquer modo, paciência. A vida é assim mesmo. Só vai me restar pegar meu pequeno no colo, beijá-lo e abraçá-lo muito no dia em que as coisas se mostrarem como elas realmente são. O que tiver de ser, será...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

E pra alegrar um pouquinho...

...quem consegue ficar triste por muito tempo com esse meu carrapicho amoroso??

sábado, 22 de agosto de 2009

Nostalgia

Tudo começou assim (37 semanas, Ano Novo com meu amado pai)...


E ele nasceu (1 semana)...

Ele era assim (3 meses)...



Ficou assim (2 anos)...

E assim (4 anos)...

Esse menino é meu príncipe!!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Últimas do baixinho

Mando que ele arrume o quarto antes de ir dormir. Dá um tempo e ele aparece na minha porta:

- Se a Alice já tivesse nascido, meu quarto já tava arrumado.

E eu olho pra ele com cara de interrogação...

- Claro, ela ia poder me ajudar, né?

(Explicação: lá em casa é assim, quem brincou arruma a bagunça. Como ele brinca sozinho - e faz bagunça sozinho - ele arruma sozinho)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Perguntas e mais perguntas

Todos os dias eu levo e trago o Vítor da escola. É um percurso de aproximadamente 15 minutos, no qual em um momento preciso atravessar uma BR em pleno horário de rush para poder pegar o retorno. Acredito que isso explique bem porque nem sempre estou disposta a responder perguntas que exijam respostas muito elaboradas.

É, porque corro o risco de parecer uma mãe exagerada, mas a verdade é que o Vítor tem cinco anos mas as perguntas dele as vezes são bem difíceis. E não adianta me dizerem que eu é que quero dar as respostas elaboradas não. Eu não quero nada, queria era dizer aham e pronto. Ele é um poço sem fundo pro conhecimento, dá nó em pingo d'água e exige ao máximo até das professoras. Basta dizer que ele é o único da sala dele que já está lendo. Além dele, só um outro coleguinha vai seguir o mesmo caminho até o final do ano. Lembrando que a professora tinha me dito que no ritmo que ele estava seguindo, seria no final do ano que ele estaria começando a ler...

Bem, mas vamos voltar ao motivo deste post. Estávamos voltando da escola hoje e ele começa com as perguntas:

- Se a mãe vai ao médico e descobre que o bebê não está bem, o que ela faz?

- Dependendo do caso, o médico resolve tirar logo o bebê da barriga. Muitas vezes ele sobrevive e não tem mais problema.

- Aí o bebê vai praquele negócio, né? A incubadora?

- É.

- Que eu sei o que é. É um aquário de bebês.

- Como assim?

- Não é cheio de água, que nem a barriga da mãe?

- Não, é um bercinho de vidro, com dois buracos do lado pras enfermeiras cuidarem do bebê.

- Mas a Alice já vai saber nadar quando nascer, né?

- Não, ela não vai. Mais tarde ela vai aprender, como você está aprendendo.

- Ué, mas ela não tá no meio do líquido na sua barriga?

- Está, mas lá dentro ela não respira. E aqui fora se ela for pra água vai ter que aprender a não respirar a água.

(pausa explicativa: vou pular aqui o pedaço em que explique como os cães já nascem sabendo nadar e o que é instinto, pq senão o post vai virar é livro e vou sair muito do assunto)

- E quando é que ela vai respirar? Ela não respira na sua barriga????

- Não. Eu respiro por nós duas.

- Como???

(pausa de novo. Vou pular também o pedaço em que explico como o ar que eu respiro vai pro sangue e etc e tal)

- Você lembra do cordão umbilical? Pois é. O sangue que leva o alimento pra ela, leva também o ar.

- Ah. Respirar é muito importante, né mamãe?

E eu aliviada porque parecia que o interrogatório finalmente tinha acabado:

- É, muito importante...

Graças a Deus ele não me perguntou porque o ar que a gente coloca pra fora é "sujo" (ele até chegou a perguntar se era como o que acontece com o cocô - que foi outra longa conversa), porque eu não estava nem um pouco afim de entrar nos conhecimentos de química, CO2 e tudo o mais! kkkk

E pra quem acha que realmente estou exagerando, que o menino não quer saber tudo isso não, agora tenho testemunhas. Já faz um tempo que ele anda me bombardeando com perguntas sobre polícia, coisas "simples" do tipo "Qual a diferença entre a Polícia Civil e a Militar", "por que a polícia militar não tem delegacia" e "o que faz a polícia federal". Aliás, ele anda paranóico com policiais, não pode ver um na rua que fica dando tchau desesperadamente, tô vendo a hora em que um vai me parar pra perguntar se não estou sequestrando esta criança. Acontece que o padrinho dele é policial e eu já ando avisando há um tempo que vou passar a peteca pra ele. Acho que ele não me levou muito a sério, porque quando veio aqui em casa e eu falei novamente, fez um sorriso do tipo "vai ser moleza" e colocou o Vítor no colo. Veio a primeira pergunta:

- Por que na sirene do carro de polícia, do lado das luzes azuis e vermelhas, tem uma outra luz redonda?

(e eu pensando: tem?? interessante, nunca vi!! kkk Mas fiquei quieta)

E o padrinho explica, pacientemente. Me distraí da conversa deles e de vez em quando eu ouvia uma ou outra questão, tipo "e a Polícia Especial faz o quê?". E fui reparando que o semblante do padrinho já era outro, como um professor se esforçando para procurar o melhor jeito de explicar algo a um aluno. Me deu vontade de rir. Mais tarde, vejo o padrinho falando pro meu pai:

- As perguntas dele foram passando do nível 1 pro nível 2, depois pro 3...

No final o menino já estava convidado pra conhecer o Batalhão em que o padrinho trabalha. E eu estou há exatos 3 dias sem ouvir nem uma perguntinha sobre polícia, que bom! :-)

Meu único medo é que, se as coisas estão assim agora, acho que daqui a alguns anos vou ter que andar com uma enciclopédia a tiracolo!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Tá começando a faltar espaço

A Alice está começando a fazer que nem o Vítor e massacrar minhas costelas localizadas logo acima da barriga, aquelas que protegem a parte da frente do pulmão. Estômago eu não tenho mais, deve ter um outro nome pra aquele órgão espremido que recebe minha comida atualmente. Recebe e fica jogando pra cima de volta, pq não tem espaço mesmo! kkk E dá-lhe azia!!
Mas mudando de assunto, descobri uma coisa muito legal: toda vez que o Vítor fala com a Alice, ela "responde" (se mexe). Eu estava tentando fazer com que a minha mãe sentisse a Alice se mexer e nada dela ajudar. Aí falei: Vitinho, vem ajudar a mamãe, fala aqui com a Alice. E ele colocou as mãos em concha na barriga e falou: Oi Alice! E ela mexeu. Fomos tirar a prova e ele fez de novo. E ela mexeu de novo. Tô babando que nem mãe boba...rs

Último capítulo da novela Charlie e Lola

E o álbum foi encontrado! Viva, viva!!

Se não fosse a bagunça que o Vítor faz no quarto dele, nunca acharíamos. Sabe aquele dia em que a criança faz uma bagunça tão grande que parece que passou um furacão? Pois é, caiu metade das coisas da estante... e, quase como milagre, tava lá o coitadinho do álbum, enfiado no meio de um monte de tranqueira.

Claro que eu nem falei nada pra dita cuja, não ia adiantar nada mesmo!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mais um capítulo do Charlie & Lola

Não. Não abri este post para falar de um capítulo inédito do desenho do Charlie & Lola. É mais um capítulo da novela desencadeada pela minha faxineira com o álbum de figurinhas do Vítor, que começou com o sumiço das figurinhas e passou pelo sumiço do álbum.

Hoje deixo um bilhete na geladeira para a dita cuja: Procurar o álbum de figurinhas do Charlie e Lola, um que tem capa vermelha. Não conseguimos encontrá-lo há mais de duas semanas.

Só que não fui rápida o suficiente e ainda estava em casa quando ela chegou. Ela lê o bilhete, vem até mim e pergunta:

- Qual o álbum?

E eu, pacientemente:

- O álbum de figurinhas do Charlie e Lola, um que tem capa vermelha. (já comentei que isto estava escrito no bilhete???)

E ela me vem com a melhor pérola da semana:

- Você não achou não?

Bem, vou colocar a resposta que eu dei e a resposta que eu deveria ter dado. Primeiro, vamos a que eu dei:

- Não, é por isso que estou pedindo pra você procurar.

E a que eu deveria ter dado:

- Achei. Mas é que eu gostaria que você sentisse na pele o que eu sinto cada vez que você vem aqui e eu fico procurando a noite toda por uma coisa que você guardou no lugar mais estaparfúdio que encontrou...

Bem... mas o fato é que eu não encontrei e quero que ela encontre, já que foi ela que deu sumiço nele, então fui politicamente correta e falei a primeira opção.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Meus caipiras


Dia de festinha junina na escolinha do Vítor. Difícil saber quem é o mais caipira, o pai ou o filho! kkkk

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Figurinhas e álbuns

Por acaso comentei que não adiantou nada achar as figurinhas? Porque o álbum continua sumido...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Contando um segredo pra irmãzinha


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