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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dia de consultas e de boas notícias

Hoje tivemos consulta com nossa amada obstetra. Dia de tirar muitas dúvidas, como a possível baixa nos hormônios, as contrações de Braxton Hicks mais frequentes, as dores que ando sentindo, etc.

A primeira boa notícia é que só engordei 500g no último mês. Fiquei muito feliz, isso é sinal de que a intolerância à glicose também deve estar controlada. Cortar o açúcar fez toda a diferença! A segunda boa notícia é que a pressão continua ótima, baixinha, 12x7. A terceira boa notícia é que a barriga está crescendo direitinho e do tamanho esperado para a idade gestacional (não entendo porque o povo insiste em dizer que tá imeeeennnnnssssa. Pode estar, mas o tamanho é esse mesmo, ué! rs).

Vitaminas com zinco pra melhorar o humor e a disposição. Exame de urina pra ver se as contrações não estão sendo causadas por uma possível infecção urinária. Exames de sangue pra ver se todo o resto está bem. E a recomendação de, se os exames não disserem nada contra, voltar a trabalhar fisicamente na semana que vem. O isolamento pode estar me deixando mais pra baixo.

Vale ressaltar uma coisa que gosto muito nela e que ela falou hoje e me deixou muito feliz: todas as vezes que ela vai ouvir os movimentos e os batimentos da Alice, ela sorri. Hoje ela disse: "posso ter milhares de pacientes e ver isso todos os dias. Mas sempre me emociono quando escuto o bebê. É maravilhoso saber que tem um ser aí dentro!" É lindo saber que você está sendo atendida por uma profissional que, apesar de estar na rotina, não perdeu a sensibilidade, não é?

Na consulta do oftalmo também só boas notícias: o grau está estabilizado e nada de lesões na retina. É a primeira vez que fico tanto tempo sem ter nenhumazinha, isso é muito bom. Acho que Deus tá com dó de mim, os sintomas da gravidez já são suficientes, né? kkkkk Nada de exames para averiguar o andamento do ceratocone, não adiantaria, já que os hormônios da gravidez alteram tudo. Mas está tudo tão bem que nem tenho pensado nisso também, vamos deixar pra depois, né?

Vou fazer os exames esta semana ainda, depois dou notícias!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Gravidez e estrias

Eu li este texto no blog da Lu Brasil e concordo com cada vírgula, embora eu esteja com uma gravidez de defasagem em relação a ela. :-) Quando eu estava grávida do Vítor, quase morri de tanto passar cremes caros e não adiantou absolutamente nada. Minha barriga ficou cheia de estrias, as quais ficaram por lá mesmo, fiquei protelando um tratamento. Ainda bem! Descobri (a tempo, ainda bem) que as estrias são sempre as mesmas, nos mesmos lugares e que se você tratá-las, é muito provável que elas voltem na próxima gestação.

Resultado: não tenho nenhuma estria nova agora. Só as que eu já tinha antes, então não sinto que meu mundo acabou - o que eu sentiria, com certeza, se tivesse gastado rios de dinheiro com o tratamento.

Mas eu nunca vou escrever sobre isso melhor do que a Lu, então aí vai o delicioso texto dela:

Desiludindo Grávidas – Parte 1/2056 - ESTRIAS


Do alto dos meus 1,57 cm da minha terceira gravidez eu vejo tanta coisa das prenhas de primeira viagem que tenho que me policiar pra não acabar com os doces sonhos delas (nem sempre eu consigo hehe)

Hoje vamos falar de estrias?

Ah eu enquanto primípara acreditava mais (ou pau-a-pau ) em creme pra prevenir estrias do que em God. Ô Céus! Eu não sei como eu não deslizava da cama pro chão de tanto que me besuntava. Era um tal de comprar tudo que eu via que me dissesse que meu corpitcho virgem de prenhez não ia ficar que nem areia de praia em maré seca.

Desilusão, desilusãããão, danço eu dança voce na dança da solidão.

Como até engravidar de Lorenzo o maior peso que eu tinha tido na vida era 52 (e me achei enorme de gorda e tratei de voltar aos 49), a pele que nunca tinha se escancarado tanto sofreu, e minha bunda ficou HORRIVEL, umas estrias vermelhas e grossas atravessando de um lado pro outro. Coisa triste de ser ver.

Daí me disseram, é só não pegar sol. E isso sim foi verdade, passei mais de ano sem botar o rabo pra cima numa piscina e sumiu tuudo.

Na gravidez do Rico ainda comprei um óleo bifásico que usava na hora do banho, mas a cremarada toda já tava fora da validade mesmo…então, fiz que nem o Massê, joguei fora, porque mia fia, se você tem tendência a ter estria, pode fritar peixe com óleo de amêndoa paixão que não vai resolver. Vou te mentir mana? Pega esse dinheiro aí e compra umas batinhas legais, um creme cheiroso pra fazer a dança do ventre (pegou? pegou?) pro maridus, ou sei lá, deposita na minha conta que eu compro tudo de mentex.

Nessa gravidez agora meus cuidados com a pele se resumem a um resto de oleo paixão que alguma secretaria esqueceu no meu banheiro e quando eu sinto que a pele tá repuxando eu passo na hora do banho, mais por conforto do que por prevenção, rezando 4 orações pra nossa senhora da pele refinada e pulando num pé só. Ah tem também um resto de óleo da Natura que a Rita me deu no meu niver passado e as vezes uso o sabonete em óleo da Nívea. Tá as vezes eu misturo tudo e passo só de uma vez num vibe compulsiva “eu me cuido tá?”. NOT.

Vale ressaltar em minha defesa que mesmo engordando 23 kg na gravidez de Rico não me abriu sequer uma estriazinha dos infernos, e tô torcendo pro Angelo resguardar a mamaezinha aqui desse malefício.

Mana, genética…genética….

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Eu sei que ando meio chata nos últimos dias. Não é o tempo todo, mas como eu normalmente uso esse blog e o twitter pra desabafar, acho que pareço mais chata do que realmente sou na vida real.

Hoje, numa conversa trivial no twitter (e... perdão, Lu Brasil, você deve achar que sou doida! kkk), de repente clarearam as coisas e acho que começo a entender o que me causa tanto mal humor. Eu sempre tive controle das coisas. Sempre dei conta de cuidar do Vítor, da casa (temos faxineira uma vez por semana), do trabalho e dos esquecimentos do meu amado marido. Eu simplesmente ia lá e resolvia.

Acontece que de um tempo pra cá eu não tenho mais sido eu mesma. Minha mente já não tem mais a clareza que tinha antigamente. Meu corpo não tem mais a mesma agilidade de antes. Eu, que adoro dirigir, tenho preferido que os outros dirijam pra mim, porque ando percebendo que meus reflexos não têm sido os mesmos. Eu sei que tudo isso é da gravidez, que o sangue que irrigava meu cérebro está dando preferência para o meu útero. Eu sei de tudo isso.

Só que a vida continua a andar do jeito que andava antes, nada está andando mais devagar porque eu estou mais devagar. Os projetos profissionais continuam a andar e os prazos continuam a chegar. A casa continua a ter suas necessidades e o marido e filho continuam a fazer o que sempre fizeram: bagunça. E a faxineira continua a fazer o que ela sempre fez: limpar um pouco e colocar todo o resto em locais totalmente inacreditáveis, conseguindo enlouquecer até mesmo uma pessoa que esteja totalmente dentro dos padrões normais de sanidade. (por sinal, já chega pra mim, ela já deu o que tinha que dar. Já não estou em condições de me aborrecer ainda mais)

Pra completar, tem o negócio da glicose alterada. E eu, que nunca fui fã de doces, mas podia me dar ao luxo de comer um quando tinha vontade, agora não posso nem pensar nisso, porque não estarei apenas me prejudicando, mas também a Alice. Então tenho que ser duas vezes mais controlada. E nem o que eu posso comer, não posso comer na quantidade que quero, porque fico com azia e refluxo. Como é que eu faço pra estravazar?

Ah, você pensa que acabou? Não, ainda estou trabalhando em casa, para me proteger da gripe suína que anda vitimando grávidas por todo o País. Isso me deixa ainda mais isolada dos meus amigos e do que anda rolando no trabalho.

Mas apesar de todas estas reclamações, agora que detectei o problema, fica mais fácil lidar com ele. Tentar resolver de outro jeito por aqui, fingir que ignoro por ali, ter mais paciência acolá. Sorte que eu posso contar com a minha mãe, que tem vindo muito aqui em casa e me dado a maior mão do mundo, com tudo. E sorte que faltam aproximadamente sete semanas...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Rápidinhas

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A revista Crescer sabe mesmo como me animar. O resumo desta semana de gravidez começa assim:

"Nesta fase, voltam a existir alguns sintomas desagradáveis do primeiro trimestre, mantêm-se os do segundo e surgem outros novos".

Preciso de mais alguma coisa??

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O que está acontecendo comigo? Não tenho mais memória! Ando esquecendo de absolutamente tudo o que preciso fazer! Hora de usar a agenda como piercing, só ela pra me salvar mesmo...

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Na primeira gravidez eu não tinha carro, mas parei de dirigir no último mês, não me sentia confiante, mais desligada, menos atenta ao trânsito. E olha que me considero uma boa motorista. Agora estou começando a sentir os mesmos sinais novamente, bem de leve. Acho que em 3 ou 4 semanas vou deixar o carro em casa e usar o marido como motorista particular.

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Estou gerando um novo post pra colocar aqui, mas como a cabeça não funciona direito, acho que vai demorar... rs

terça-feira, 9 de junho de 2009

Nova pérola

"Você sabia que grávida não pode tomar água gelada? Pois é, pode dar pneumonia no bebê, pergunta pra sua médica, você vai ver!"

EUUUU??? Passar por este mico?? Nem pensar!! kkkkkk

Pra esclarecer:

"(...)Finalmente, temos a Pneumonia Congênita e a Pneumonia Intraútero. São situações em que o recém-nascido apresenta um quadro pneumônico adquirido intraútero. Na maioria das vezes, a infecção é adquirida pela via transplacentária, quando a mãe apresenta alguma infecção no final da gravidez, principalmente a Infecção do Trato Urinário. Outra via de infecção é a "ascendente", quando há ruptura da "bolsa d'água" por mais de 24 horas.

São quadros que se manifestam principalmente pelo processo infeccioso, com manifestações generalizadas e não só pulmonares. Esses bebês devem ser tratados com antibióticos e precisam de toda assistência e cuidados intensivos dedicados aos recém-nascidos com infecções graves."

Fonte: Mater Dei Saúde

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Desengonçada


Agora eu ando me sentindo o fazendeiro do filme Men in Black, quando o inseto entra no corpo dele e ele fica andando todo desengonçado, com o esqueleto mal acomodado dentro da pele. É só eu ficar um tempinho parada (deitada ou sentada) que quando eu levanto tenho que "colocar" todos os ossos do quadril no lugar.

Eu já sabia que era o "quadril abrindo", mas fui pesquisar pra encontrar uma resposta mais científica e menos "popular". Resultado: durante a gestação as articulações ficam com maior mobilidade e isto freqüentemente ocasiona dores nas costas e em articulações como o joelho e o tornozelo.

Isso é efeito de um hormônio chamado relaxina, que aumenta o número de receptores para a ocitocina, além de produzir um ligeiro amolecimento das articulações pélvicas (articulações da bacia) e das suas cápsulas articulares, dando-lhes a flexibilidade necessária para o parto (por provocar remodelamento do tecido conjuntivo, afrouxa a união entre os ossos da bacia e alarga o canal de passagem do feto).

Tem ação importante no útero para que ele se distenda, a medida em que o bebê cresce.
A relaxina tem o seu pico de produção na 14ª semana, e permanece em seu sistema depois bebé nascer caindo rapidamente aos seus níveis logo após o parto.

Só espero na hora do parto eu eu seja bem recompensada por sentir isso agora!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Vida de mãe grávida

Quando você fica grávida do primeiro filho já é dose conciliar trabalho, casa e gravidez. Some-se então a essa receita o seu primeiro filho e imagine o que vai dar.

Pois é. Eu chego em casa um caco e tenho que responder um trilhão de perguntas. Aliás, que nada! Eu tenho que responder um trilhão de perguntas de manhã quando levo pra escola, de noite quando trago da escola e até o último minuto antes que de fechar a porta e dizer boa noite.

Já experimentou cruzar uma BR pra pegar o retorno na hora do rush? Já tentou fazer isso enquanto seu filho te pergunta porque a jeito da sirene da polícia piscar é diferente do jeito da ambulância? E já tentou fazer tudo isso estando grávida? Pois é, tem hora que baixa a ditadura no carro e é proibido fazer perguntas.

Graças a Deus a fase mais terrível do sono passou. Porque nessa fase era assim: eu colocava um dvd na televisão, fazia ele vir pra minha cama, ele assistia e eu dormia. Se tinha alguma pergunta a resposta era aham (independentemente do que era perguntado). Se ele insistia demais, a resposta era: você quer continuar assistindo? Então fica caladinho senão vc não entende nada e fica me perguntando tudo. Agora eu consigo (mal e porcamente) ficar acordada até que chegue a hora dele dormir.

Ainda bem que a fase da irritação mortal também passou. Porque ele teve a audácia de aprontar uma DAQUELAS nesta fase e não foi legal. Mas também, quem não ia se irritar se abrisse a porta do quarto do filho e descobrisse que ele não só desobedeceu a sua ordem de não pintar com a tinta guache dentro de casa, mas também tivesse pintado o chão de verde e colado um monte de folhas de papel em cima pra disfarçar? Como isso não era suficiente (claro que não é, nunca), uma inspeçaõ mais cuidadosa revelou potes de danoninho escondidos embaixo de roupas e garrafas imundas de coca-cola (garrafas de vidro, quero frisar) escondidas no meio das gavetas da cômoda de brinquedos.

Como a fase super irritada já passou, ontem ele só ganhou um pequeno castigo quando eu recebi um bilhete da escola reclamando que ele anda tumultuando os ensaios da festa junina. Sorte dele...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Mais um susto que passou

No domingo eu esqueci de tomar dois comprimidos do antibiótico. Passei o dia fora, uma correria, um monte de informações pra minha cabeça, nem vi o tempo passar. Não se se foi coincidência ou não, mas passei a noite sentindo dor. Aliás, só me toquei de não ter tomado o remédio quando comecei a sentir dor. Não dormi nada e de manhã cheguei super atrasada no trabalho, porque não consegui levantar, de tão cansada que eu estava.
Mas agora, depois de estar seguindo novamente tudo direitinho, estou bem e sem dores. E agora a lição foi aprendida: o celular está programado pra me avisar e não me deixar pular as doses de novo!
Outro detalhe interessante: eu disse que não sentia sintoma nenhum e só soube da infecção por conta do exame de urina. Mas agora que estou medicada sumiu um sintoma que eu estava atribuindo à gravidez e, pelo visto, não era. Eu passei dias e dias sem poder comer ou beber direito. Tudo que eu colocava na boca voltava até a garganta. Depois de um dia de medicamentos, isso passou. Aliás, ando sentindo uma fome imensa, é como se a Alice estivesse de boquinha pra cima, aberta, o tempo todo! kkkk
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Um parabéns especial pra uma amiga minha que descobriu que está grávida.
Ela queria muito, começou a tentar antes de mim e agora nossos filhos vão ter apenas alguns meses de diferença.
Que lindo!!!

  ©Template designer adapted by Ana by anA.