
Na última sexta-feira eu não caí. Eu desabei, com tudo. Estávamos só eu, minha mãe e o Vítor em casa e eu na maior correria, arrumando um monte de coisas pra uma festinha que ia ter lá em casa. Precisava pegar uma bandeja em cima do armário e não pensei duas vezes: puxei a cadeira, subi e peguei. O problema não foi subir, foi na hora de descer. O capuz do meu vestido prendeu na geladeira, eu me desequilibrei e vim pro chão, com tudo.
Voei pro meu quarto e deitei na cama, o quadril doendo mais do que tudo. Catei meu livro "O que esperar quando você está esperando", fui ler a parte de tombos. E mandava observar se estava saindo sangue. Não, nada de sangue. E se estava saindo líquido amniótico. Também não, tudo sequinho. Então me tranquilizei e fiquei lá deitada mais um pouco, esperando o quadril parar de doer.
Minha mãe, claro, fez questão de contar pra Deus e o mundo no dia seguinte. E, claro, todo mundo queria brigar comigo, só faltaram me chamar de irresponsável. O que é que as pessoas pensam? Que eu subi na cadeira pensando em me jogar? Que eu queria cair de lá de cima? Acontece que tem coisas que precisam ser feitas e, na hora, nem sempre a grávida se lembra que seu desempenho não é mais o mesmo. Não é teimosia, não é irresponsabilidade. Simplesmente ela não se lembra o tempo todo que o corpo não acompanha mais a mente.
Bem, mas o meu problema foi mesmo muscular. Só dói quando estou deitada, lá do ladinho do cóccix. Nem vou ao ortopedista, porque já fiz isso há cerca de 3 meses e saí de lá frustrada. Não posso tirar raio x (isso eu já sabia), não posso tomar remédios pra dor e não posso fazer fisioterapia. Já que ele vai me dizer pra aguentar a dor, isso eu já estou fazendo agora, não preciso que me digam isso. Dia após dia a dor está diminuindo, então agora é aguardar...
Voei pro meu quarto e deitei na cama, o quadril doendo mais do que tudo. Catei meu livro "O que esperar quando você está esperando", fui ler a parte de tombos. E mandava observar se estava saindo sangue. Não, nada de sangue. E se estava saindo líquido amniótico. Também não, tudo sequinho. Então me tranquilizei e fiquei lá deitada mais um pouco, esperando o quadril parar de doer.
Minha mãe, claro, fez questão de contar pra Deus e o mundo no dia seguinte. E, claro, todo mundo queria brigar comigo, só faltaram me chamar de irresponsável. O que é que as pessoas pensam? Que eu subi na cadeira pensando em me jogar? Que eu queria cair de lá de cima? Acontece que tem coisas que precisam ser feitas e, na hora, nem sempre a grávida se lembra que seu desempenho não é mais o mesmo. Não é teimosia, não é irresponsabilidade. Simplesmente ela não se lembra o tempo todo que o corpo não acompanha mais a mente.
Bem, mas o meu problema foi mesmo muscular. Só dói quando estou deitada, lá do ladinho do cóccix. Nem vou ao ortopedista, porque já fiz isso há cerca de 3 meses e saí de lá frustrada. Não posso tirar raio x (isso eu já sabia), não posso tomar remédios pra dor e não posso fazer fisioterapia. Já que ele vai me dizer pra aguentar a dor, isso eu já estou fazendo agora, não preciso que me digam isso. Dia após dia a dor está diminuindo, então agora é aguardar...