quinta-feira, 18 de junho de 2009

Em ritmo lento

Eu ando diminuindo o ritmo aqui no blog. Mas é que entro de férias esta semana e preciso deixar o trabalho em dia. Além disso, vou logo preparando vocês, porque vou sumir por uns dias de qualquer jeito e não quero que a saudade mate ninguém (metida eu, né? kkk).


Mas, respondendo à pergunta que muitos têm me feito: o álbum continua sumido. Como o Vítor está mais empolgado com a praia do que com qualquer outra coisa, deixa assim por enquanto. Procuro quando voltarmos! :-)


Ah, tem só mais uma novidade: a primeira foto da Alice com meu chefinho. Posso até parecer puxa-saco, mas gosto dele de montão!



terça-feira, 16 de junho de 2009

22ª semana



Como você está:


No final dessa semana, você completa o quinto mês de gravidez. Seu útero está cerca de 3 centímetro acima do umbigo e o peso pode incomodar. Para não ter muitas dores, evite ficar sentada, deitada ou em pé por longos períodos. Graças a alterações hormonais, você deve estar sentindo mais calor e suando mais do que o normal. E se o companheiro disser que você ronca, não duvide: o congestionamento das vias nasais, causado pelo excesso de fluxo de sangue, favorece o ronco.



O que está acontecendo com o bebê:


Nessa fase, a pele do bebê fica enrugada, pois ele possui pouca gordura subcutânea. Seus olhos estão quase prontos, mas a íris ainda está desprovida de pigmento. Sobrancelhas e cílios estão formados, cabelos estão mais grossos e lábios se distinguem bem da pele.Ao banheiro!Na gravidez, você faz mais xixi - até aí, nenhuma novidade. Embora urinar com freqüência seja normal, sentir ardor no ato pode ser sinal de alguma infecção. Por isso, ao menor sinal, avise o médico.


Pé na estrada


Se você for viajar daqui pra frente, convém ter o nome de um bom hospital na área que planeja visitar. Provavelmente não vai precisar dele, mas, por via das dúvidas, previna-se. A viagem em si poderá ser cansativa, especialmente se for feita de carro e nos últimos meses da gravidez. Para aliviar o incômodo de ficar na mesma posição, pare a cada duas horas e caminhe. Não há estudos que comprovem que viajar, por qualquer meio de locomoção, provoque trabalho de parto prematuro, aborto ou qualquer complicação na gravidez.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mais um capítulo do Charlie & Lola

Não. Não abri este post para falar de um capítulo inédito do desenho do Charlie & Lola. É mais um capítulo da novela desencadeada pela minha faxineira com o álbum de figurinhas do Vítor, que começou com o sumiço das figurinhas e passou pelo sumiço do álbum.

Hoje deixo um bilhete na geladeira para a dita cuja: Procurar o álbum de figurinhas do Charlie e Lola, um que tem capa vermelha. Não conseguimos encontrá-lo há mais de duas semanas.

Só que não fui rápida o suficiente e ainda estava em casa quando ela chegou. Ela lê o bilhete, vem até mim e pergunta:

- Qual o álbum?

E eu, pacientemente:

- O álbum de figurinhas do Charlie e Lola, um que tem capa vermelha. (já comentei que isto estava escrito no bilhete???)

E ela me vem com a melhor pérola da semana:

- Você não achou não?

Bem, vou colocar a resposta que eu dei e a resposta que eu deveria ter dado. Primeiro, vamos a que eu dei:

- Não, é por isso que estou pedindo pra você procurar.

E a que eu deveria ter dado:

- Achei. Mas é que eu gostaria que você sentisse na pele o que eu sinto cada vez que você vem aqui e eu fico procurando a noite toda por uma coisa que você guardou no lugar mais estaparfúdio que encontrou...

Bem... mas o fato é que eu não encontrei e quero que ela encontre, já que foi ela que deu sumiço nele, então fui politicamente correta e falei a primeira opção.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O dia foi passando, passando... e nada de postar nada novo aqui. Hoje estou em ritmo de sábado, é triste isso!
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A única novidade é que a Alice achou um cantinho na minha barriga "ótimo": eu fico sem ar e tenho que empurrá-la pro canto...kkkk Isso que ainda estou chegando no 6º mês, imagina quando eu estiver com mais!!
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Outra coisa é que o Gu conseguiu sentí-la pela primeira vez ontem. Claro que foi só um chutezinho de nada, mas já é alguma coisa, né? Pelo menos daqui pra frente ele vai poder participar um pouco mais.
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Outra boa notícia: o bebê da minha amiga virtual blogueira Liane nasceu. Seja bem vinda ao mundo, Maria Fernanda!!
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Além disso, pra quem quiser rir bastante, leia o post sobre a ogra grávida no Blog da Grávida.
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Bem, isto é tudo. Bom feriado para todos, deixem muitos comentários, nem que seja só pra dizer que leu o post, ou que passou aqui. Adoro quando os números do contador lá de cima ganham cara! :-)

terça-feira, 9 de junho de 2009

Quando o bebê nasce

Gostei muito deste post, da Adriana Negreiros, que está esperando a xará da minha bebê, no site do Bebê.com. Concordo plenamente com ela, tanto que quando o Vítor nasceu eu não contei pra ninguém, só para os amigos muito íntimos. E fiz questão de que minha mãe me ajudasse a "barrar" possíveis pretendentes a nos visitar no hospital. Pra mim, lá é só a família (e porque a minha família é pequena).

Tem mais: visitas em casa, antes da primeira semana, só as pessoas mais íntimas, como diz a colega: "aquelas que frequentam minha casa e me vêem de cabelos revoltos e camiseta furada". Depois da primeira semana tá liberado, já estou apta a fazer o social. Antes disso, me esqueçam! rs

"Quando a visita é um fardo

Sei que corro o risco de parecer grosseira, mas devo confessar: tenho pavor de visitas na maternidade.

Quando menciono as visitas, obviamente que não me refiro às minhas minhas amigas mais íntimas, aquelas que frequentam minha casa e me vêem de cabelos revoltos e camiseta furada. Visitas são aquelas pessoas que, ainda que movidas pela mais sincera simpatia, acorrem à maternidade para obedecer às regras de boa-conduta social. São os colegas que mal sabem o nome do meu marido, os parentes que não vejo há séculos, cidadãos que, decididamente, não quero que me vejam de camisola, olheiras e peitos de fora.

Até o nascimento da Emília, eu era uma dessas pessoas que cumpriam a tal função social. Mas tudo mudou quando me vi, numa tarde, com uma recém-nascida chorosa no colo, tendo que aprender os primeiros passos da amamentação ao mesmo tempo em que dois colegas de trabalho conversavam animadamente sobre esportes no sofá do quarto. Tudo o que eu mais queria naquele momento era que os rapazes chispassem da maternidade e me deixassem ali com meu bebê, sem me preocupar em me cobrir com mantas enquanto tentava – quem passou por isso sabe o quanto é duro – fazer com que a Emília conseguisse mamar.

Naquela mesma tarde, depois da visita dos garotos, fui acordada no melhor do sono por uma colega que, ao passar perto da maternidade, lembrou que eu havia dado à luz e decidiu subir para uma visitinha. Eu olhava para ela na esperança de que notasse o sono em meus olhos, mas nada. No dia seguinte, no meio de uma visita, fui ao banheiro chorar. Havia na suíte da maternidade, além de mim, uma senhora, um casal e uma criança muito pequena que insistia em puxar Emília pelo pé – quando ela acordou, berrando, tive certeza de que estava dentro de um pesadelo.

De lá para cá, só estive uma vez na maternidade, para conhecer a filha recém-nascida de uma amiga muito próxima. Quando ela estava grávida, me disse que eu era uma das poucas que poderia ir até lá, e eu acreditei. É assim que tenho feito agora, às vésperas de ter a Alice. Meus amigos mais íntimos estão avisados de que eles não só podem, como devem, me ver na maternidade. É uma alegria receber, em momento tão especial, as pessoas com as quais nos sentimos completamente à vontade – quem mora longe dos parentes, como eu, transmite para os amigos verdadeiros o sentimento de familiaridade.

Mas estão dispensados os que visitam maternidades porque as regras de etiqueta recomendam que seja assim. Não é por mal-querer, arrogância ou qualquer coisa que o valha. É simplesmente porque a intimidade é reservada aos íntimos. E nada pode ser mais íntimo para uma mulher – pelo menos, para mim – do que os primeiros momentos dela ao lado da criança que, nos últimos 9 meses, ela carregou na barriga.

P.S. Completei 38 semanas de gravidez e entrei de licença. No fim das contas, foi uma semana depois do que eu imaginava que conseguiria - o que, para mim, já é uma vitória e tanto."

Nova pérola

"Você sabia que grávida não pode tomar água gelada? Pois é, pode dar pneumonia no bebê, pergunta pra sua médica, você vai ver!"

EUUUU??? Passar por este mico?? Nem pensar!! kkkkkk

Pra esclarecer:

"(...)Finalmente, temos a Pneumonia Congênita e a Pneumonia Intraútero. São situações em que o recém-nascido apresenta um quadro pneumônico adquirido intraútero. Na maioria das vezes, a infecção é adquirida pela via transplacentária, quando a mãe apresenta alguma infecção no final da gravidez, principalmente a Infecção do Trato Urinário. Outra via de infecção é a "ascendente", quando há ruptura da "bolsa d'água" por mais de 24 horas.

São quadros que se manifestam principalmente pelo processo infeccioso, com manifestações generalizadas e não só pulmonares. Esses bebês devem ser tratados com antibióticos e precisam de toda assistência e cuidados intensivos dedicados aos recém-nascidos com infecções graves."

Fonte: Mater Dei Saúde

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Meus caipiras


Dia de festinha junina na escolinha do Vítor. Difícil saber quem é o mais caipira, o pai ou o filho! kkkk

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